Entretanto, os pesquisadores da IBM e Instituto Federal Suíço de Tecnologia estão pensando no outro lado da moeda.
A equipe descobriu uma maneira em que vários núcleos de processador podem ser empilhados verticalmente, ao invés do esquema lado a lado. Isso permite que as CPUs sejam produzidas com duas ou três dimensões, aumentando significantemente a velocidade da transferência de dados entre os núcleos, e segundo a equipe, tornando os processadores "muitas vezes mais rápidos" que os atuais.
Obviamente, os novos processadores 3D gerariam uma grande quantidade de calor, mas para mantê-los refrigerados, seria usado arrefecimento líquido, através de tubos finíssimos embutidos no encapsulamento. O resultado disso tudo é um supercomputador chamado Aquasaur, o primeiro a usar várias camadas nanométricas com refrigeração líquida integrada. Planos para comercialização da tecnologia não foram anunciados.
Fonte: zurich




0 Comentários:
Postar um comentário